quinta-feira, 6 de junho de 2019

- Oi. - ele sorriu e a beijou.
- Senti sua falta. - ela disse. Era verdade.
Ele se surpreendeu. Também tinha sentido falta dela.
- Eu também. Quer almoçar?
- Sim. Para onde vamos?
- Para minha casa.
Ela ficou surpresa, mas depois gostou da ideia. Ele tinha se tornado bom nisso.
Ao chegar na casa dele, Marieta perdeu um pouco a empolgação. A mãe dele estava terminando o almoço.
- Oi mãe. - ele jogou a mochila no chão e disse para Marieta fazer o mesmo. - Tá pronto?
- Quase. - ela reparou em Marieta. - Você não disse que ia trazer companhia.
- Mas a comida vai dar... e sei que está tudo ótimo.
- E se eu tivesse feito miojo? - ela ergueu uma sobrancelha.
- Ainda sim, estaria muito bom. - ele sorriu. - Essa é a Marieta. Essa é Nalva, minha mãe.
- Oi. - Marieta disse um pouco sem graça. Nunca tinha conhecido a mãe de nenhum dos meninos que tinha ficado antes.
- Oi Marieta. - ela a abraçou. - Espero que você goste de estrogonofe.
- Gosto muito!
- Viu, mãe? E que pessoa não gostaria de estrogonofe?
Eles riram.
Marieta estava achando tudo surreal, estar ali almoçando com a mãe dele. Até esqueceu que pretendia terminar tudo com ele. E agora como poderia fazer isso?
Após o almoço, eles ficaram na sala, até que Nalva teve de sair para voltar ao trabalho na creche.
- Sua mãe sempre faz o almoço assim? É difícil ver minha mãe assim, durante o dia.
- Às vezes ela consegue dois dias para me mimar com comida feita na hora. - ele sorriu. - Mas nos finais de semana, o almoço em família é sagrado.
- Que bom.
Um momento de silêncio, até que ele a surpreendeu.
- O que você pensou quando eu te chamei para vir aqui?
Ela riu.
- Nada demais. Só que você era um chef de cozinha secreto.
Ele achou graça.
- Meu conhecimento culinário se limita a assistir Masterchef e pedir comida pelo telefone.
- Somos dois.
Tão logo a conversa acabou, os dois estavam aos beijos no sofá. O clima esquentou, com mão na cintura, no peito, roupa levantada...
Marieta lembrou. Não deveria estar mais ali. Nem tampouco continuar isso com ele.
Mas também não poderia terminar com ele assim.
Ela interrompeu os amassos, rindo da cara dele perguntando porque tinha parado.
- Tenho que ir pra casa.
- Por que?
- Minha irmã precisa de ajuda numas coisas. - respondeu evasiva.
Ele, contudo, não percebeu.
- Que pena. Eu te levo, então.
Ela sorriu. Ele poderia ser menos fofo?

Após a aula, Taís encontrou Diogo.
O namorado era só sorrisos.
- Eu sei que você não achou tão bom assim. - ele disse, enquanto eles sentavam para comer na lanchonete.- Mas para mim, foi incrível.
Ela riu.
- Por que foi tão incrível? - ela perguntou.
- Sexo vai muito além do físico. Mexe com a cabeça, o coração. - ele estava inspirado.
Será que Taís poderia ficar mais apaixonada?
- E ficar com você daquele jeito, sendo que eu te amo, tornou tudo... incrível. - ele riu. Depois falou mais baixo. - Foi a minha primeira vez também, minha expectativa estava alta.
Taís ficou ainda mais derretida. Poder ter essa experiência pela primeira vez, com alguém que também ainda não tinha passado por isso, era ótimo. 
Só incomodava um pouco o fato de não ter sido do mesmo jeito para ela.
- Espero que na segunda vez seja assim para mim. Acho que eu estava nervosa e não senti essa sensação que você teve. - ela deu de ombros.
- Quando vai ser isso?
Ela ficou surpresa.
- Acho que vamos ter que esperar por mais um acaso da vida, sem mães por perto.
- Mal posso esperar.
Taís ficou apreensiva. Aquela situação ia muito mais além da aposta, era seu relacionamento que tinha dado um grande passo.
Pôde ver na rua Marieta indo de encontro a Marisfésio. A irmão não estava com uma cara muito boa.
Pouco antes das 23h00, Diogo escapuliu da casa de Taís. Ele estava nas nuvens.
Não sem antes encontrar Marieta.
"Merda." ela pensou.
Entrou em casa e encontrou a irmã na cozinha. O silêncio durou poucos segundos.
- Eu vi, eu vi, eu vi! Eu tive minha primeira vez, enquanto você não conseguiu, haaaaaaaaa
- Não acredito, Taís!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
- Eu ganhei!!!!
Marieta estava muito frustrada, com raiva. Como a irmã boba conseguiu isso?
- Agora provei para você que também sou ousada, não sou mosca morta. E você fracassou!!!! - ela falava vitoriosa. - E para sua informação, não é pequeno.
Marieta riu.
- E você gostou? - a curiosidade era verdadeira.
- Foi estranho. As preliminares foram a melhor parte. - ela riu. - Acho que na segunda vez, deve melhorar. - a expressão de dúvida foi substituída pela vitória novamente. - Agora você se prepare, perdedora!
Marieta ficou apreensiva. Não estava preparada para perder. Muito menos, para fazer algo vindo da recente mente ousada da irmã.
- O que você vai fazer? - ela perguntou.
- Ainda não sei. Vou te deixar no escuro até conseguir pensar em algo muito maravilhoso. - ela sorriu. Que sensação incrível ganhar da irmã!
...
Na segunda-feira, dia de aula. 
As meninas seguiram juntas para a escola. Encontraram com Jennifer e Gilda, as testemunhas da aposta.
Após contarem o que aconteceu, ambas caíram na risada.
- Taís, estou impressionada! Nunca esperei que você fosse ganhar essa aposta. - disse Gilda.
- Isso serve de lição para vocês, que me subestimam. Eu tenho muito poder de fogo. - Taís continuava no seu momento de glória.
- Literalmente. - disse Jennifer, de forma maliciosa. Todas riram, menos Marieta que estava detestando aquela situação toda.
- O que vai acontecer com a Marieta? O que podemos esperar? - questionou Gilda.
- Eu ainda não sei. Estou trabalhando nisso. - Taís disse rindo.
Na verdade, ela não tinha ideia do que fazer. Esperava que magicamente uma ideia lhe viesse a mente.
- Agora você pode dispensar o Marisfésio. Não tem motivos para continuar, já que a aposta acabou. - Jennifer lembrou.
Marieta não tinha pensado nisso. Sem a aposta, ficar com Marisfésio não fazia mais sentido.
- É mesmo. Agora vou poder acabar com isso.
Mas por que ela se sentia estranha em pensar assim?
Taís ligou para o namorado, disse estar sozinha e queria ver um filme com pipoca. 
Uma noite romântica.
Diogo logo pensou "é hoje". Ele não estava errado.
Hoje nada poderia interromper o momento tão esperado, por ele e pela namorada apostadora.
O estômago de Taís dava pulos.
Se questionava ainda se era algo certo. A curiosidade era uma tentação, mas seus valores constantemente voltavam em sua cabeça.
Optou por seguir a voz do desejo e a ousadia dos últimos dias.
Tão logo Diogo chegou, os beijos começaram.
Assim que o clima esquentou, ela preferiu levá-lo para seu quarto, onde poderiam ficar trancados e não ser pegos repentinamente.
Roupas no chão, Taís finalmente viu. Não era pequeno.
Porém, a noite não terminaria assim. Era preciso ir até o fim.
- Não fique nervosa, amor. Eu te amo. E quero muito isso.
- Também te amo. - o nervosismo era aparente.
...
Colados momentos depois, Diogo sorria. Taís se sentia estranha. Não foi bom, nem tampouco ruim.
- Você gostou? - ele perguntou.
- Sim. - ela sorriu, sem tanta verdade.
Talvez melhore na segunda vez.
"EU GANHEI A APOSTA!" ela pensou. Sorriu e ficou satisfeita. Tinha conseguido. Era capaz e agora poderia fazer o que quiser com a irmã perdedora.


Com os nervos à flor da pele, os embates por conta da aposta tornaram as irmãs Fernandes cada vez mais afiadas nas discussões e indiretas.
- Você me subestima, Marieta. Falta tão pouco para ganhar isso... 
- Como você está iludida!
- Estou muito mais focada do que você, que anda se apaixonado pelo Marisfésio...
Marieta sentiu o rosto arder.
- Eu não estou e você sabe muito bem disso.
- Claro que está. Se não, você já teria ganhado essa aposta faz tempo. 
Marieta parou. Será que ela estava certa? 
- Mas sabe, seria até bom que você gostasse dele. Faz bem gostar de alguém além de si mesma...
Marieta jogou uma almofada na irmã, que saiu rindo pela casa.
A semana seguinte foi de provas, e como boas estudantes que são, Marieta e Tais não tiveram tempo de continuar a saga da aposta enquanto se encontravam atarefadas. 
Até que chegou a sexta-feira.
A mãe estaria trabalhando até tarde e Marieta tinha marcado de sair com as amigas.
Taís pensou que seria o dia perfeito para finalmente ganhar a aposta.

segunda-feira, 4 de março de 2019

No dia seguinte, a mãe das meninas aproveita que Marieta está de bobeira em casa para descobrir onde ela esteve no sábado.
- Marieta, você só chegou no final da tarde, mandado uma mensagem "em casa". Eu não te vi ontem. Onde você estava?
Marieta abre a boca pra falar, mas é interrompida por Taís:
- Ah, ela tava com o namorado.
- NAMORADO???? - a mãe surtou. - POR QUE NÃO ME CONTOU???
Marieta poderia ter estrangulado a irmã com o olhar.
- Eu vou te matar. - virando-se para mãe, calmamente respondeu - Ele é apenas um rolo, não é nada demais.
- Minha filha, chamar de rolo é deixar tudo tão sem importância...
- Mas é mesmo sem importância. - ela deu de ombros.
- Nossa, o Marisfésio ia ficar arrasado se ouvisse isso. - Taís estava adorando colocar fogo na situação.
O som alto da gargalhada de Gioconda ecoa na sala.
- Nossa, Marieta, que gosto mais excêntrico, esse nome....
- Esse é o nome do tio dele, que ajudou na criação desde pequeno. - responde Marieta totalmente ofendida.
Taís percebe a expressão da irmã, acha estranho. Parece até que ela se importa!
- Mas e aí, ele vem quando conhecer a gente? - Taís não desiste de importunar a irmã.
- Nunca! - responde Marieta, para alfinetar em seguida: - Se for para falar de novidades, acho que a gente pode falar sobre a Taís estar prestes a ter a primeira vez com o Diogo.
- TAIS, POR QUE VOCÊ NÃO ME CONTOU? POR QUE NINGUÉM ME CONTA NADA NESSA CASA? - a mãe das meninas fica exasperada.
A vez de querer estrangular a irmã passou para Taís, mas isso ficaria para depois, já que ela teria que ouvir sobre conselhos de sexo.
Marieta rindo, vai até o quarto e vê uma mensagem de Marisfésio, que está assistindo uma série que ela indicou. Ela ri e diz "muito bem!" E ele manda uma carinha feliz em resposta. 
Mesmo contra vontade, Marieta gostava dele. Só não descobriu isso ainda.
Taís e Diogo sobem em uma rapidez impressionante para o quarto dele.
Ela, ainda em choque, repete várias vezes que nunca mais irá na casa dele.
- Nada disso, você sempre vai ser bem vinda aqui. - ele tenta acalmá-la enquanto veste uma camisa.-  Sempre vou querer você aqui.
Ela olha para ele um pouco derretida. Até nessas horas, ele consegue ser um fofo.
- Esse tipo de coisa acontece. Inclusive, - Diogo quis aproveitar a situação. - gostaria de entender o porquê você está mais ousada nos últimos dias, não que eu estou reclamando, mas é uma surpresa para mim.
E agora? O que ela deveria falar?
Ela se aproximou dele e segurou sua mão.
- Ah, eu tenho me sentido cada vez mais próxima a você, isso é muito bom. E fazer amor, dar esse passo, vai tornar tudo ainda mais especial. Eu quero muito isso.
Diogo dá um largo sorriso e a beija de forma apaixonada.
Coitado, mal sabe que é apenas por uma aposta.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019


Sábado também é dia de ficar com o namorado.
Depois de cinema, sair para comer, sobra um tempo para uns amassos.
Principalmente se for uma noite quente.
Na casa do namorado, a piscina chama atenção. A ideia que vem à mente de Taís também a surpreende, para depois ser sucedida por um "por que não?"
Assim, chama Diogo para entrar na piscina. Sentindo-se ousada, ela resolve tirar a roupa e entrar na piscina só de roupa íntima. O namorado mal acreditando no que estava acontecendo, fica de cueca e pula na piscina.
Ela tira o resto de roupa que vestia, por cima da piscina, momento em que Diogo também o faz. 
Os beijos ficam quentes.
Ela tenta olhar para baixo, ver o tão imaginado peacock, como diz Marieta, enquanto está com a boca colada em Diogo, porém, está escuro, a água da piscina meio turva, não tem como se ter uma imagem clara.
“Quem sabe se eu pegar, consigo saber se é....”
- DIOGO!
Era a mãe dele. Taís fica em estado de choque. Está nua na piscina da casa dela. Com o filho dela.
- Não acredito que você está tendo relações sexuais na piscina, que outras pessoas dessa casa também usam. Que coisa mais anti-higiênica, meu filho. Que desrespeito! Não acredito que eu tive de presenciar essa cena.
Em choque, completamente imóvel, Taís não conseguia se mover, enquanto o namorado tentava balbuciar alguma coisa.
- Mãe, não precisa disso tud....
- E você, Taís? Na piscina? Não pensa que pode pegar algum tipo de germe, uma infecção? Não faz bem esse tipo de contato dentro da água e...
- Mãe, chega!!!!!
A mãe subitamente para de falar e pega toalhas que estavam nas cadeiras próximas e entrega para eles, para depois entrar em casa repetindo "a que ponto chegamos, a que ponto..." Os dois saem da piscina em silêncio, pegam as roupas e vão para dentro da casa.
“Meu Deus do céu, onde essa aposta tá me levando?” ela pensa.

Sábado. Dia de dormir até tarde. Ou dia de estar na casa do Marisfésio só de calcinha.
Apesar de virgem, Marieta não tinha grandes expectativas para a tal da primeira vez. Era só uma relação, que seria ruim, para depois se tornar algo muito bom. Assim como, não fazia questão de ser com o amor da sua vida, se fosse alguém que ela queria muito, já seria ótimo. Que era o caso de Marisfésio. 
Marieta ficava surpresa em ver como ele tinha despertado como um crush  para ela. Era bom ficar com ele. Ainda tinha o bônus de ganhar a aposta da irmã e poder fazer o que quiser.
Taís nem podia imaginar que em poucos minutos, teria perdido a aposta. Tudo isso enquanto dormia no sábado de manhã.
Marisfésio mal podia acreditar que estava com aquela menina, tão bonita, livre, e praticamente sem roupa no seu quarto. Ainda assim, um mosquito da desconfiança estava zunindo em sua cabeça. O que ela teria visto nele? Por que tinha sido tudo tão rápido? Deveria ser assim?
- Marieta. - ele interrompeu o beijo que durava há minutos.
- Pra que parar? - ela se aproximava ainda mais, enroscando as pernas nas pernas dele.
- Não sei, só está tudo muito rápido... Você apareceu aqui minutos depois que eu disse que estava sozinho e agora estamos assim, na minha cama.
- E isso é ruim? - ela ficou sem entender a reação daquele menino. Qualquer cara já estaria nas nuvens de estar assim.
- É incrível. - ele disse sério e ela se derreteu por dentro, apesar de achar errado esse sentimento. - Mas não sei, eu mal te conheço. Nem sei teu sobrenome.
- Fernandes. Marieta Julieta Fernandes.
Ele riu.
- É, eu sei. Meu nome rima, invenção da minha mãe. Não é dos mais bonitos. - ela sorriu, sempre ficava sem paciência quando precisava falar o nome completo. Sempre era motivo para gracinha.
- Sério que você está falando de nome feio?
Ela gargalhou.
- Sua vida deve ter sido muito difícil. Tenho até medo de perguntar o seu sobrenome.
- Marisfésio Medeiros de Oliveira.
- Ahhh é normal.
Ele riu.
- Pelo menos isso tinha que ser normal. 
- De onde vem o seu nome?
- Meu tio. Ele ajudou muito minha mãe na gravidez, e aí ela quis homenageá-lo.
- Ah. Legal. Seu pai faleceu?
- Não. Foi embora quando soube que ela estava grávida.
Pesado. Ela não sabia o que dizer.
- Ah. Sinto muito.
- é.... Voltando ao assunto. - ele passou a mão no rosto dela, olhando ainda para baixo, já que ela estava sem sutiã. - Acho que a gente precisa se conhecer melhor, antes de ir mais... Além.
Marieta deu um pequeno sorriso, estava um pouco desconfiada. Conhecer ele melhor significaria ter mais intimidade, se aproximar dele, e isso implica ter sentimentos por ele. Isso não podia acontecer. Era só para a aposta. Apesar de ser divertido todo esse rolo, eletrizante, podemos dizer. Ainda mais porque ele também era virgem, disso ela tinha certeza.
Mas se fosse preciso, ela faria isso.
- Tudo bem, então. Acho que vai ser bom reduzir um pouco o ritmo, mas acho que podemos continuar por agora e fazer a parte de conhecer melhor depois. O que você acha? - ela disse enquanto passava a mão pelo corpo dele e via ele se arrepiar. Descendo os olhos, pôde ver o volume entre as pernas dele e ficou ansiosa. "Espero que não demore" ela pensou.
- Acho que sim...
Ela riu. Seria bom passar esse tempo com ele.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Após uma manhã bem tediosa para Taís, o sinal tocou anunciando o fim das aulas e assim, seguiu para casa do namorado, para mais uma tentativa de vê-lo sem roupa e ganhar a aposta. Para depois esfregar a vitória na cara da irmã, claro.
Após almoçarem, o clima passou a ficar mais quente. Mão ali, mão aqui, beijo no pescoço, na boca, passando para o ombro e a respiração mais rápida e... 

"O que eu tô fazendo?!" Ela pensa e recua.
- O que foi? - ele pergunta.
- Não sei, não me sinto preparada para dar esse passo.
- Então por que você demonstra que quer, como também fez ontem? Não estou entendendo. - ele passa a mão no cabelo e espera ansioso pela resposta.
- Eu tenho vontade, eu te amo. - ela sorri tímida e ele retribui com aquele tipo de sorriso que faz qualquer garota derreter por dentro. - Mas ao mesmo tempo, tenho medo, sinto vergonha... É a minha primeira vez, Diogo.
- Tudo bem, então. Não precisamos fazer isso de forma rápida, um passo de cada vez...

Ele começa a beijá-la , descendo de forma suave com beijos por seu pescoço, subindo a mão por dentro da blusa da namorada até desabotoar seu sutiã e assim acaricia suas costas e então a parte do peito, o que a deixa arrepiada. Ele tira a camisa e ela faz o mesmo, até que...
infelizmente, Taís não chegou a ver o que ele tem entre as pernas.
Ainda.

Ao chegar em casa, encontrou Marieta na sala assistindo televisão. A irmã logo percebe a expressão diferente de Taís e logo desconfia.
- VOCÊ VIU?! VOCÊ TRANSOU?!? - fala exasperada sem acreditar que isso seria possível.
- Não, ainda me sinto insegura, mas em breve acontecerá e assim, Marieta, você vai perder a aposta.
Marieta ri, aliviada.
- Ufa, não sei como pude imaginar isso. Você não vai conseguir sem antes ter uma aliança no dedo. E eu já tenho Marisfésio na mão, é questão de dias.
- Como você pode falar assim? Fazer isso com um rapaz com quem está há menos de uma semana...
- Você planeja fazer o mesmo.
- São situações diferentes. Diogo é meu namorado há um ano, isso faz parte do nosso relacionamento, que é sério.
- Só ouço blá blá, Taís. Só tenho pena de quando você perder para mim, você nem imagina o que vai ter que fazer...
Taís fica um pouco inquieta, se realmente não conseguir fazer, quais seriam os planos da irmã pra ela?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ao chegar na escola Marieta surpreendeu-se por estar procurando por Marisfésio.
-Está procurando alguém?- Taís perguntou desconfiada.
-Talvez. E você não deveria estar com o seu futuro marido?
-Marido?
-Ah Taís. - ela revirou os olhos.
O sinal tocou e as irmãs separaram-se. Marieta seguiu para a quadra de esportes, as primeiras aulas seriam de educação física.
Enquanto todos encaminhavam-se para pegar bolas e iniciar partidas de vôlei, Marieta procurava pelo garoto tímido de óculos.
Encontrou ele ao canto com a cara enfiada em um livro. Sorriu e correu até ele.
-Oi!
Ele rapidamente ficou sem jeito, fechou o livro e engoliu em seco ao vê-la sentando a sua frente.Ela riu ao lembrar do sorriso enorme que ele tinha dado ao ir embora de sua casa no dia anterior.
-Oi Marieta.
-Então ontem eu não entendi muito bem o contéudo de química... Se você pudesse me explicar novamente eu iria adorar... - ela pegou a mão dele e percebeu que estava suada.
-Isso é sério...?
-Se você quiser...
Ele sorriu. Gostava do jeito sutil dela. Ela estava tentando conquistá-lo. Era isso mesmo?
-Agora eu estou livre.- ele disse entrando no jogo dela.
Ela sorriu.
-Então vamos!- ela se levantou, ele também. Marieta foi guiando o garoto pela mão, até chegarem em uma pequena despensa nos fundos da quadra.
Ela pensou melhor e achou que não era uma boa ideia.
-Acho melhor nós... - Marisfésio a calou com um beijo, um pouco nervoso, mas a fez sorrir e sentir agitações em seu estômago.
Enquanto as mãos da garota estavam em seu pescoço, ele pensava o quanto aquilo era surreal. E logo percebeu o quanto isso só melhorava a situação.
Quando ele a ergueu para apoiá-la sobre uma pequena estante, Marieta sabia que já o tinha nas mãos e que inclusive naquele momento poderia ganhar a aposta.
"Não, não agora." ela pensou no momento que sentiu certo movimento entre as pernas do garoto. Este empolgava-se cada vez mais e em nada parecia aquele garoto tímido de óculos.
-Marisfésio... Marisfésio... - ela tentava desvencilhar-se dele enquanto ambos ofegavam. Ela riu e ele ficou vermelho.
-Desculpe.- ele a soltou.- Acho que me empolguei.
-Sim!- ela riu.
Ele também riu.
-Não íamos estudar química? - ela perguntou inocente.
-Você precisa de outra desculpa pra justificar dar uns amassos. - ele disse sério e ela riu.
Apesar de estar um pouco escuro no ambiente, ele pôde reparar no quanto ela era bonita. O cabelo meio bagunçado, a boca vermelha e olhos verdes eram o bastante pra ele.
-O que foi? - ela reparou no modo como ele a olhava.
-Você é tão... bonita.
-Ah. Obrigada, eu acho.- ela ficou sem graça e imediatamente mudou de expressão.- Temos que sair daqui.
-Já? - ele perguntou surpreso e vendo os olhos intimidadores de Marieta continuou: - Claro, claro, vamos sim.
Ela riu.
-Você também é bonito. - ela tirou os óculos, arrumou o cabelo dele e olhou séria. Ele sorriu e vagarosamente encostou os lábios nos dela.
Antes de voltarem as liminares, a porta foi aberta.
-O que vocês fazem aqui? Não há outro lugar para se pegarem? - o faxineiro estava irritado em ver dois adolescentes pegando-se ali, em seu refúgio do trabalho.
-Desculpe.- ela riu e saiu do ambiente puxando Marisfésio pela mão.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Marieta acordou com um sorriso no rosto no dia seguinte. Lembrou-se do jeito envergonhado e feliz de Marisfésio ao se despedir dela após os amassos no sofá.
-Você de bom humor? Tá usando drogas? - Taís perguntou desconfiada.
-Ué não posso sorrir pela manhã?
-O que você ontem a tarde?
-Estudei.- ela sorriu.
-Estudou...?
-Sim. E você fez o quê? Chegou tarde em casa ontem.
-Ah... Fui na casa do Diogo.- seu rosto formou uma expressão sugestiva.
-Nossa Taís, não sabe nem mentir. Eu sei que vocês não fizeram nada. Nem irão fazer.
-Não tenha tanta certeza disso!
-Hm. Eu te conheço. Você só vai fazer algo com ele, no dia que ele casar contigo.
-Marieta!
-Não é nenhuma mentira viu... Aposto que quando vocês estão se pegando, você pensa no papai e pensa no quanto fazer aquilo é errado e blabla.
-Não, eu...
-Olha, não adianta argumentar. Você sabe que eu estou certa. Vou tomar café, tchau!
Taís ficou calada e pensou se era realmente certo participar daquela aposta. Valia tanto assim?



domingo, 3 de abril de 2011

Diogo não entendeu bem o porquê da namorada estar olhando-o nervosa e um pouco ansiosa.
Até que a ficha caiu. Taís estava usando uma das blusas que ele mais gostava: a blusa branca que a deixava com o busto grande. Talvez fosse um sinal de que ela tinha pensado na mesma coisa que ele vinha pensando. Havia chegado a hora de dar um importante passo naquela relação que já durava à um ano.
Taís sentia o estômago dar pulos.
-O que você tem?- ele perguntou para ter certeza.
-Não sei.- ela o olhava tentando ser sedutora. Ele sorriu e teve certeza.
Ela gostava dele e precisava provar que era capaz de fazer aquilo. Precisava provar para a irmã.
Quando Diogo avançou sob ela, todas as dúvidas sumiram. Se deixou levar pelos sinais que seu corpo dava e logo percebeu que o que o namorado tinha entre as pernas, sendo grande ou pequeno, estava gostando muito daquilo.
Ambos ali, no meio do sala, talvez não fosse o local mais indicado ou mais romântico, mas para Diogo poderia ser até no banheiro. Pobre Taís, não sabia que o namorado só estava pensando com a cabeça de baixo.
No momento que a boca dele devorava seu pescoço, Taís pôde sentir a mão boba de Diogo subir por baixo de sua blusa. Ela gostava daquilo e gostou mais ainda quando a mão desceu até sua coxa e os lábios de Diogo voltaram para sua boca.
O calor entre o casal fazia com que os dois sentissem vontade de tirar a roupa.
Em poucos momentos Taís iria saber se o peacock do namorado era grande ou seria como seu sonho, pensando nisso ela riu enquanto Diogo continuava a beijar seu pescoço.
-Cócegas?- ele perguntou.
-Sim...- ela respondeu sorrindo sem fôlego.
O telefone tocou.
-Diogo...
-Não vou atender...
-E se for importante?
-Foda-se.
Ela se surpreendeu ao ouví-lo dizer isso e ao mesmo tempo que o telefone parava de tocar, o celular dele começou a tocar.
Diogo soltou um palavrão e saiu de cima de Taís.
-ALÔ!
Ela riu da cara feia que ele estava fazendo.
-De novo bateu o carro mãe? Tá tá tá tô indo no hospital.- ele desligou
-O que houve?
-Minha mãe bateu o carro de novo. Mas tá tudo bem. Relaxa.
-Ah;
-Acho que vamos ter que continuar outro dia...- ele disse malicioso.
-Amanhã tem prova de história.- ela disse sugestiva.
-Ótimo, amanhã você vem me explicar...- ele sorriu malicioso e Taís riu.
-Amanhã, então. - ela levantou uma sobrancelha e o beijou.

quinta-feira, 24 de março de 2011

-Não quero saber de você no quarto com ele. Tá me ouvindo Marieta?- a mãe de Marieta, Gioconda, disse enquanto arrumava o longo cabelo loiro em um rabo de cavalo.
-E se nós precisarmos pegar algo no meu quarto? - Marieta disse inocentemente.
Gioconda olhou a filha totalmente descrente na inocência aparente e continuou:
-Não precisará pegar nada no quarto.
-Mãe...
-Por que você não pode ser como sua irmã e se guardar pra um cara especial?
-Você quer que eu seja uma virgem estúpida como a Taís?
-Marieta!
-Argh mãe, que bobagem. Aposto que você transou com muito mais caras enquanto estava solteira do que eu e eles nem eram especiais, então não venha me dar lição de moral.
Gioconda não soube o que dizer e olhando pro relógio percebeu que estava atrasada.
-Tenho que trabalhar. Lembre-se do que eu disse.
-Tchau mãe.
Gioconda saiu e 10 minutos depois a campainha tocou. "Ela deve ter esquecido alguma coisa. Saco.''
Ao abrir a porta, Marieta viu Marisfésio sorrindo com vários livros de química nas mãos.
-Cheguei cedo? - ele perguntou com dúvida nos olhos.
-Não, chegou na hora certa. - Marieta sorriu, e com surpresa, percebeu que estava sorrindo sinceramente por vê-lo ali.- Entra!
O garoto entrou e sentou no sofá azul.
-Você pode me dar um copo d'água?
''Posso dar até mais se você quiser....'' Marieta pensou em falar, mas se conteve rindo, ele não iria reagir bem se ela dissesse isso.
- Claro. Gelada ou natural?
-Gelada.
Após Marisfésio beber água, os dois começaram a estudar. Marieta percebeu o quanto Marisfésio era tímido e o quanto estava nervoso, ela ria o tempo todo enquanto ele tentava explicar cálculos estequiométricos.
-Por que você está tão nervoso?
-Por que será? Por que você está perto assim de mim?
Marieta riu e ficou de frente pra ele. Ele a olhou por cima dos óculos e perguntou seriamente:
-Isso é só pra estudar química não é? Não faz parte de nenhuma brincadeira idiota, certo?
Marieta ficou séria e de repente, achou errado fazer aquilo com ele. O plano de conquistá-lo só para ver o que ele tinha entre as pernas, não parecia tão justo agora que ela o conhecia.
Mas ela não poderia parar, não podia perder para Taís. Sorrindo, disse:
-Lógico que não, só é química. Somente.
Pouco mais de 20 minutos depois, Taís estava com os lábios colados aos de Marisfésio enquanto os livros caíam no chão e ele segurava sua cintura.

domingo, 6 de março de 2011

Taís respirou fundo e disse:
-Nós poderíamos ir pra sua casa...
Diogo ergueu as sobrancelhas surpreso com a sugestão.
Taís se sentiu totalmente envergonhada e pensou que aquela ideia de apostar com Marieta não tinha sido boa...
-Pra minha casa? - ele perguntou.
-É. - ela ficou vermelha e pensava em uma maneira de consertar o que havia feito.
-É, também preciso estudar química.
-Química?
-Você não quer ir estudar? - ele desconfiou.
Taís riu. O namorado era muito mais ingênuo do que ela pensava.
-Quero sim. - ela sorriu e Diogo ainda tinha a expressão desconfiada.
-Você anda estranha ultimamente...
-Impressão sua. - ela sorriu.
Tocou para o término do intervalo e ao voltar para sala, Taís viu Marieta sorrindo para Marisfésio e sussurrando algo em seu ouvido que fez o garoto ficar boquiaberto.
Essa aposta não será nada fácil de ganhar.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Enquanto a aula de física passava lentamente, Marieta observava o garoto estranho sentado no meio da sala. Marisfésio, com esse nome inusitado, não chamava tanta atenção e nem queria. Por seu jeito discreto, cabelo escuro e olhos escondidos por óculos de grau, possuía poucos amigos e nesse grupo não era incluída nenhuma garota.
Como Marieta poderia conquistá-lo a ponto de deixá-lo ver o que tinha entre as pernas? Sua mente fervia tentando achar algum assunto, algum ponto em comum, mas parecia impossivel.
Quando o sinal tocou Marieta foi acordada de seus devaneios e viu que o garoto estranho havia percebido que ela o olhava.
Ela seguiu até ele e disse:
-Oi.
-Oi... Marieta...- ele olhou um pouco mais e perguntou:- Você tá bem?
-Sim... Por que a pergunta?
-Você nunca falou comigo...
-Acho que não tinha reparado direito em você...- ela sorriu.
Ele a olhou desconfiado e sorriu sem jeito. Marieta sentou na cadeira da frente e perguntou o que ele faria mais tarde.
-Estudar química...
-Ah.
-Quer estudar comigo? - ele perguntou se surpreendendo consigo mesmo.
Ela também foi surpreendida mas logo sorriu e perguntou:
-Na minha casa ou na sua?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

-Não vou apostar nada Marieta.
-Vai sim, você falou que aposta que é grande.
-Mas eu não quis dizer...
-E de qualquer jeito você iria perder.
-Perder?
-Sim, você é muito tímida pra tomar iniciativa Taís.
-Não sou não!
-É sim...
-Aposto que eu consigo ver o peacock do Diogo antes de você ver o peacock do... Do... - Taís procurou algum garoto pela escola e encontrou quem estava procurando.- Do Marisfésio.
-QUÊ?
Marieta olhou para o garoto esquisito, que nunca falava com nenhuma garota e que sempre mantinha as mãs nos bolsos do casaco.
-Taís...
-Vai quer apostar ou não?
-É Mari, vai apostar? - Jennifer e Gilda perguntaram ao mesmo tempo.
Ela pensou um pouco e percebendo o tom de vitória na experessão da irmã disse:
-Eu topo.
-Então vamos as regras!- Gilda disse animada. - Você, Marieta, tem 3 semanas para ver o peacock do Marisfésio - ela riu. - E você Taís tem 3 semanas para ver o peacock do Diogo...
-Quando eu ganhar a aposta, eu vou ganhar o que? - Marieta perguntou.
-E você já sabe que vai ganhar é? - Jennifer perguntou.
-Logico que sim, é praticamente impossivel a Taís fazer uma coisa assim, ela ainda é virgem.- Marieta a provocou.
-Veremos quem vai ganhar... Quando EU ganhar, eu penso no que faço com você.- ela sorriu.
-hahahaha Quando EU ganhar, você não vai sorrir assim irmãzinha.
-HAHAHAHHA Adoro apostas de irmãs! - Gilda disse.
-Eu também!
O sinal tocou e as quatro garotas seguiram para a sala de aula

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Após Taís fazer cara feia e Marieta rir,as duas resolveram dormir.
No dia seguinte, as irmãs acordaram cedo e seguiram para a escola que ficava próximo a casa. Logo encontraram Jennifer e Gilda, as gêmeas idênticas que eram da mesma sala de Marieta e amigas de Taís.
Marieta estava rindo por Taís ter contado que havia tido o mesmo sonho com Diogo. Só que dessa vez, eles passavam das pré-liminares e chegavam ao ápice.
As gêmeas curiosas para saber o motivo de tanta graça, fizeram com que ela contasse e que Taís morresse de vergonha.
Jenniger, Gilda e Marieta gargalhavam em sintonia.
-A little peacock ein? - Gilda riu
-Não é tão pequeno assim. - Taís disse baixinho.
-Você viu mesmo? De verdade?- Jennifer perguntou.
-Não... Lógico que não.
-Então você não pode falar nada se não viu o peacock do Diogo. - Marieta pensou um pouco e disse: - Deve ser pequeno.
-Você também não pode dizer isso.- Taís disse.
-Aposto que é pequeno.
-Aposto que é grande.
-Aposto que eu estou certa.
-Aposto que você está errada.
Marieta sorriu para as gêmeas e disse olhando para Taís:
-O que você vai querer apostar?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

-Então... Vamos sair? - Diogo perguntou.
-S-sair?
-É Taís, a gente ia comprar o presente da minha irmã, lembra?
-Ah é mesmo... -Taís não conseguia evitar e olhou para o meio das pernas do namorado. Demorou um pouco ali até que Diogo disse:
-Vamos?
-Ah. Claro. - ela sorriu e continuou: - Vou só pegar minha bolsa.
Taís foi até o quarto e ouviu Marieta dizer:
-Cuidado ein? Vai que o sonho se realiza...
-Cala a boca Marieta!
-HAHAHAHAH
Taís voltou para a sala e saiu com Diogo.
Mais tarde após o jantar, Marieta foi até o quarto onde Taís estava lendo.
-Então? - Marieta perguntou.
-Então o quê Marieta?
-Linguiça ou salsicha?
-HÃ? - ela tirou os olhos do livro.
-Nossa, é tão pequeno que você nem lembra ?
-MARIETA!
-Dã. - Marieta revirou os olhos.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

-O que foi...?- o pobre Diogo não entendia o porquê de tanto riso.
-É que... HAHAHAHAHA
-O quê...?
-Ai... Nada.. HAHAHA Entra.
Diogo entrou um pouco desconfiado enquanto Marieta fechava a porta rindo.
-Você tá bem...? -Diogo perguntou ainda desconfiado.
-Tô ué... - Marieta pôs os olhos nas partes baixas do menino. - Acho que é linguiça mesmo...
-HÃ?
-Nada HHAHAHAHA Vou chamar a Taís. TAÍSSSSS! Senta aí. - ela sorriu.
-Tá... - ele sentou no sofá.
Marieta seguiu até o banheiro e bateu na porta.
-Que é? - Taís apareceu na porta de cabelo molhado.
-O peacock chegou HAHAHAHAHAHAH
-HÃ?!
-O Diogo tá aí.
-A-aqui?!
-É menina, se troca logo. Ele tá na sala.
-T-tá.
Taís se enrolou na toalha e seguiu para o quarto. Trocou-se e seguiu para a sala.
Chegando na sala, Taís encontrou Marieta rindo e Diogo desconfiado;
-Você já pode ir Marieta. - Taís disse.
-Ok HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Marieta saiu e deixou os dois sozinhos.